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Linkania - uma teoria de redes

Estou montando uma apresentação para a equipe do laboratório.

Estou trabalhando com a idéia daquilo que nos afeta. Poderia explicar no pensamento espinosano de substância. Das mônadas de Leibniz. Da parte e do todo. Bem, não vou me ater a filosofia. Na prática a rede é uma cauda longa. Ou, citando a Drica 'cada um tem a internet que merece'.

Six degrees

são precisos apenas algumas poucas conexões aleatórias, ou atalhos, para fazer um pequeno mundo de um grande. Uma vez transformado, esse mundo não precisa mais de conexões adicionais.
-- Watts e Strogatz

A chave é ligar pessoas bem conectadas de cada nível
-- James J. Collins.

Na foto

A Fotografia mudou a forma de se ver o mundo. Aliás, transformou a relação da memória humana. Desde a fotografia enxergamos a nós mesmos de forma diferente... Roland Barthes diz, 'no fundo, a Fotografia é subversiva não quando assusta, perturba ou até estigmatiza, mas quando é pensativa'. A fotografia nos traz a lembrança da morte.

Do pedantismo hacker à liberdade dos controles

Ontem recebi um artigo do Augusto de Franco. Um cara que fala de redes sociais. Não dessas redes que se formam na Internet. Ele fala do velho. De redes que se estabeleceram num passado desconectado. Das ongs, dos movimentos sociais apadrinhados. Ele diz que o hackerismo e a luta pelo software livre não podem nos salvar da sociedade do controle. Well done! Qual seria, portando, a sugestão?

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