A conversa é outra

Enquanto tento falar por aqui sobre a linkania, Dalton Martins está no seu blog na mesma conversa. Nossa visão é diferente. Dalton insiste na produção da idéia do eu e o que estou tentando romper é com essa afirmação. Desde Freud não se concebe o homem como um ser indivisível. A identidade não é algo que nos define. Pois a identidade propriamente dita pode ser retirada no poupatempo. Nossos eus se relacionam numa multidão dentro de nós. Não existe uma essência do ser. Somos o caos. Bem, se quisermos falar de alma e espírito a análise não está mais no campo da ciência. Daí a conversa é outra, né?

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