A economia das fraudes inocentes
Examinada de forma séria, a propalada divisão entre os setores público e privado não faz sentido. Não é realidade, é reórica. Uma parte grande, vital e cada vez maior do que é chamado de setor público está, para todos os efeitos práticos, no setor privado.
-- John Kenneth Galbraith, A economia das fraudes inocentes: verdades para o nosso tempo, 52.
Esse é um livro que recomendo. Fácil de ler. Matei em menos de uma tarde. Ganhei de um amigo sensível. Valeu a pena o presente... heheheh muuuito obrigado!
O livro é forte. Uma crítica severa ao sistema econômico atual, e que o qualifica, sem dó, de uma grande fraude. Para Galbraith, a expressão capitalismo, que definiu o sistema econômico até a poucas decádas, e foi substituido pelo 'sistema de mercado', aparece como a primeira fraude. Pois, em teoria, para um sistema de mercado funcionar, o consumidor deveria ter poder, ser livre e soberano nas suas escolhas. Pois, não é bem assim que as coisas funcionam. As mega empresas de publicidae manipulam e condicionam o comportamento da demanda, e as grandes corporações distrorcem a oferta. O mercado puro não existe. Nem para a economia nem para a política. Ele diz 'Tanto no caso dos eleitores quanto no de consumidores, existe um formidável e bem financiado controle da resposta do público. Isso se acentuou na era da propaganda e das modernas promoções de vendas. Eis uma fraude aceita, inclusive no ensino universitário'.
-- John Kenneth Galbraith, A economia das fraudes inocentes: verdades para o nosso tempo, 52.
Esse é um livro que recomendo. Fácil de ler. Matei em menos de uma tarde. Ganhei de um amigo sensível. Valeu a pena o presente... heheheh muuuito obrigado!
O livro é forte. Uma crítica severa ao sistema econômico atual, e que o qualifica, sem dó, de uma grande fraude. Para Galbraith, a expressão capitalismo, que definiu o sistema econômico até a poucas decádas, e foi substituido pelo 'sistema de mercado', aparece como a primeira fraude. Pois, em teoria, para um sistema de mercado funcionar, o consumidor deveria ter poder, ser livre e soberano nas suas escolhas. Pois, não é bem assim que as coisas funcionam. As mega empresas de publicidae manipulam e condicionam o comportamento da demanda, e as grandes corporações distrorcem a oferta. O mercado puro não existe. Nem para a economia nem para a política. Ele diz 'Tanto no caso dos eleitores quanto no de consumidores, existe um formidável e bem financiado controle da resposta do público. Isso se acentuou na era da propaganda e das modernas promoções de vendas. Eis uma fraude aceita, inclusive no ensino universitário'.










Comentários
Enviar novo comentário