Aconteceu no Suriname

Por que saber usar o twitter não faz reverberar na ponta a ação dos políticos? Pois é, aconteceu no Suriname, ou na Guiné Bissau. Tanto faz. O eventual candidato a presidente da nação latino americana é um bamba do twitter. Faz do seu cotidiano um projeto em rede. O cara entendeu a Internet. Quer dizer, entendeu a pequenês do twitter. As conversas rolam na rede com a voz humana evocando o espirito da revolução não televisionada.

O cara sacou a rede. Entendeu que a educação só será viável quando o livre acesso as tecnologias for disponível a todos os seres humanos. Mas que tipo de acesso temos no Suriname? Ou melhor, que nível de apropriação as pessoas necessitam alcançar? O cara sabe que para existir online as pessoas precisam ter experiências compatíveis com o espirito do tempo. No Suriname, todas as pessoas devem ter acesso as redes digitais de modo aberto, com banda larga e, principalmente, com liberdade de ir e vir. Na rede, existir é ser visto...

No entanto, os gestores surinamenses não sacaram nada. A rede continua um mistério a ser escondido. Ligam o firewalll corporativo. Constroem um muro de Berlin para deixar, de um lado, as pessoas de bem. E do outro, as pessoas do bem. Povo e governo, água e óleo. Direito e esquerdo... Eles acreditam que em corpo fechado não entra mosquito... Aconteceu no Suriname... ole ole olá!!!

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