The people takes command
Por que será que os estudos de cibercultura levam tão a sério as idéias de Lev Manovich? Eu acho as analises dele tão óbvias que não consigo entender tal idolatria. Em Software takes command, Manovich tenta explicar suas idéias:
I think of software as a layer that permeates all areas of contemporary societies.
Isso é óbvio. Assim como as cidades, as ruas, as roupas e outras cositas más.
Therefore, if we want to understand contemporary techniques of control, communication, representation, simulation, analysis, decision-making, memory, vision, writing, and interaction, our analysis can't be complete until we consider this software layer. Which means that all disciplines which deal with contemporary society and culture – architecture, design, art criticism, sociology, political science, humanities, science and technology studies, and so on – need to account for the role of software and its effects in whatever subjects they investigate.
Beleza? E daí? As ruas também forçam os fluxos das cidades; As ruas explicam o trânsito. Mas explicam a cidade? eheheh
Daí eu penso que o software no é tão importante para explicar a linkania (talvez um pouco... um pouquinho...). Mas é apenas um fluxo determinante ou não; Na metáfora das cidades podemos nos valer dos desvios, dos novos caminhos que podemos criar ao experimentar as possibilidades.
Manovich coloca que o Software comanda as relações da sociedade. O velho jargão que compreende a revolução com o viés da tecnologia. Redes são pessoas... softwares são plataformas passíveis de desvio. Não necessariamente a finalidade inicial do software é compatível com seus usos. Pois os usos são múltiplicidades.
Entendo quando Manovich propõe o deslocamento dos estudos das interfaces para o comando do software. Mas isso não é uma grande verdade, nem uma grande mentira. Vivemos num mundo de pessoas que se apropriam das tecnologias, do comum. No entanto, o comum está nas relações entre pessoas, amigos e inimigos. Na minha opinião: The people takes command!!!
I think of software as a layer that permeates all areas of contemporary societies.
Isso é óbvio. Assim como as cidades, as ruas, as roupas e outras cositas más.
Therefore, if we want to understand contemporary techniques of control, communication, representation, simulation, analysis, decision-making, memory, vision, writing, and interaction, our analysis can't be complete until we consider this software layer. Which means that all disciplines which deal with contemporary society and culture – architecture, design, art criticism, sociology, political science, humanities, science and technology studies, and so on – need to account for the role of software and its effects in whatever subjects they investigate.
Beleza? E daí? As ruas também forçam os fluxos das cidades; As ruas explicam o trânsito. Mas explicam a cidade? eheheh
Daí eu penso que o software no é tão importante para explicar a linkania (talvez um pouco... um pouquinho...). Mas é apenas um fluxo determinante ou não; Na metáfora das cidades podemos nos valer dos desvios, dos novos caminhos que podemos criar ao experimentar as possibilidades.
Manovich coloca que o Software comanda as relações da sociedade. O velho jargão que compreende a revolução com o viés da tecnologia. Redes são pessoas... softwares são plataformas passíveis de desvio. Não necessariamente a finalidade inicial do software é compatível com seus usos. Pois os usos são múltiplicidades.
Entendo quando Manovich propõe o deslocamento dos estudos das interfaces para o comando do software. Mas isso não é uma grande verdade, nem uma grande mentira. Vivemos num mundo de pessoas que se apropriam das tecnologias, do comum. No entanto, o comum está nas relações entre pessoas, amigos e inimigos. Na minha opinião: The people takes command!!!










Comentários
Enviar novo comentário