Computadores e Inclusão digital
O que acontece quando o governo não articula as politicas públicas? Nessa matéria do Estado de São Paulo: Governo vai triplicar telecentros em 2010: Com dificuldade de articulação e flertando com o desperdício na execução dos projetos de inclusão digital, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende triplicar a entrega de computadores com acesso gratuito à internet no ano que vem. A iniciativa dará gás aos telecentros comunitários, que já consomem cerca de R$ 22 milhões de reais por ano só para garantir a navegação na rede, apesar de computadores estarem empacotados ou trancados, à espera da capacitação de monitores e da colocação de antenas para acesso à internet.
Na wikipedia encontramos que inclusão digital é sobre a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Acreditamos que o acesso a internet é um direito do cidadão. Não é possível viver numa sociedade da informação quando uma parte da população não tem acesso aos computadores e consequentemente à internet. Aliás, a diferença no acesso a informação aponta para a lacuna do conhecimento. Pobres de informação tendem a ser cada vez mais pobres e ricos em informação cada vez mais ricos, gerando uma polarização crônica na sociedade
Sabe o que acontece? O governos tem os computadores mas não tem infra-estrutura, nem a sociedade organizada pra recebe-los. O discurso de mapear as lan houses apenas esconde a incapacidade do governo em instalar uma politica pública consistente. As 100 mil lan houses espalhadas pelo Brasil podem mascarar as estatísticas.
Fico bem tocado com essas notícias. Pois, o envolvimento do MetaReciclagem nas políticas públicas é uma realidade desde os seus primórdios. Em 2002 já estavamos discutindo e levando em consideração uma estratégia de espóros para dar conta da apropriação das tecnologias. Nos pontos de cultura, embora a nossa tentativa de redificação da cultura digital fosse uma prerrogativa, fomos envolvidos por desmandos e picaretagens. A rede funcionou como uma taz. Não sobrou nada além de histórias.
A matéria faz referência ao Acessa São Paulo - "Primeiro veio o Acessa São Paulo (do governo estadual) com seis máquinas, depois as 12 do telecentro e agora temos uma proposta para receber mais 20 do governo federal, que vamos instalar nas escolas" - Estamos envolvidos no programa aqui no laboratório. Acho que há um viés nessa frase. O Acessa São Paulo é uma politica pública bem estruturada. A alusão que a matéria faz é um desbalanço entre o investimento em politicas publicas e a necessidade de desovar computadores para dizer que se faz inclusão digital. Costumamos dizer que a internet é um atalho para o futuro. É um esforço público fazer desse atalho o caminho de todos nós.
Na wikipedia encontramos que inclusão digital é sobre a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Acreditamos que o acesso a internet é um direito do cidadão. Não é possível viver numa sociedade da informação quando uma parte da população não tem acesso aos computadores e consequentemente à internet. Aliás, a diferença no acesso a informação aponta para a lacuna do conhecimento. Pobres de informação tendem a ser cada vez mais pobres e ricos em informação cada vez mais ricos, gerando uma polarização crônica na sociedade
Sabe o que acontece? O governos tem os computadores mas não tem infra-estrutura, nem a sociedade organizada pra recebe-los. O discurso de mapear as lan houses apenas esconde a incapacidade do governo em instalar uma politica pública consistente. As 100 mil lan houses espalhadas pelo Brasil podem mascarar as estatísticas.
Fico bem tocado com essas notícias. Pois, o envolvimento do MetaReciclagem nas políticas públicas é uma realidade desde os seus primórdios. Em 2002 já estavamos discutindo e levando em consideração uma estratégia de espóros para dar conta da apropriação das tecnologias. Nos pontos de cultura, embora a nossa tentativa de redificação da cultura digital fosse uma prerrogativa, fomos envolvidos por desmandos e picaretagens. A rede funcionou como uma taz. Não sobrou nada além de histórias.
A matéria faz referência ao Acessa São Paulo - "Primeiro veio o Acessa São Paulo (do governo estadual) com seis máquinas, depois as 12 do telecentro e agora temos uma proposta para receber mais 20 do governo federal, que vamos instalar nas escolas" - Estamos envolvidos no programa aqui no laboratório. Acho que há um viés nessa frase. O Acessa São Paulo é uma politica pública bem estruturada. A alusão que a matéria faz é um desbalanço entre o investimento em politicas publicas e a necessidade de desovar computadores para dizer que se faz inclusão digital. Costumamos dizer que a internet é um atalho para o futuro. É um esforço público fazer desse atalho o caminho de todos nós.










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