Palavras de Lessig
'never in our history have fewer had a legal right to control more of the development of our culture than now' (nunca na nossa história tão poucos têm o direito legal para controlar o desenvolvimento da nossa cultura, do que agora). A idéia é clara. Ele acredita que se não houver alguma 'negociação', a Disney, Hollywood e o RIAA vão tomar conta do mundo. E, o creative commons é a melhor negociação. Ele está correto.
Mas, não esqueçam: Nós estamos no Brasil. E, creio que a nossa originalidade cultural contrapõe aquilo que os americanos impõem. Não queremos soluções enlatadas. Podemos pensar nas nossas saídas. Tudo bem, não temos Michael Moore. Temos Datena (mas que comparação infeliz!!! O modelo é o mesmo. A qualidade e a orientação política é outra).
Por aqui tudo é diferente. A pirataria tem uma conotação diferente. Não visa inovação. Visa, exclusivamente, a sobrevivência da espécie humana. Acabar com a pirataria teria uma sequela social inimaginável. Logo, vamos ter que conviver com a pirataria de dados por muitos anos. Independente do poder do copyright.
A pirataria entrou na cultura. Zonas piratas se tornaram formas de gestão viáveis. Se não piratearmos (ou num sentido mais filosófico - hackearmos) o sistema, mesmo quando atuamos de dentro para fora, não é possível fazer muita coisa nesse país. Daí, entendo projetos como o MetaReciclagem. A reapropriação de tecnologia sucateada. Para hackear as organizações estabelecidas. E, criar um meio ambiente lógico de interatividade. A MetaReciclagem é uma forma original de lidar com problemas tupiniquins (assim como muitas outras, a saber: Software livre, telecentros, produção local de conteúdo e notícias, comunicação comunitária, rádios livres e mais). Eu pretendo me focar nessas 'originalidades' do que volver a los 17 (después de vivir un siglo / es como descifrar signos / sin ser sabio competente / volver a ser de repente / tan frágil como un segundo / volver a sentir profundo / como un niño frente a Dios / eso es lo que siento yo / en este instante fecundo)
Mas, não esqueçam: Nós estamos no Brasil. E, creio que a nossa originalidade cultural contrapõe aquilo que os americanos impõem. Não queremos soluções enlatadas. Podemos pensar nas nossas saídas. Tudo bem, não temos Michael Moore. Temos Datena (mas que comparação infeliz!!! O modelo é o mesmo. A qualidade e a orientação política é outra).
Por aqui tudo é diferente. A pirataria tem uma conotação diferente. Não visa inovação. Visa, exclusivamente, a sobrevivência da espécie humana. Acabar com a pirataria teria uma sequela social inimaginável. Logo, vamos ter que conviver com a pirataria de dados por muitos anos. Independente do poder do copyright.
A pirataria entrou na cultura. Zonas piratas se tornaram formas de gestão viáveis. Se não piratearmos (ou num sentido mais filosófico - hackearmos) o sistema, mesmo quando atuamos de dentro para fora, não é possível fazer muita coisa nesse país. Daí, entendo projetos como o MetaReciclagem. A reapropriação de tecnologia sucateada. Para hackear as organizações estabelecidas. E, criar um meio ambiente lógico de interatividade. A MetaReciclagem é uma forma original de lidar com problemas tupiniquins (assim como muitas outras, a saber: Software livre, telecentros, produção local de conteúdo e notícias, comunicação comunitária, rádios livres e mais). Eu pretendo me focar nessas 'originalidades' do que volver a los 17 (después de vivir un siglo / es como descifrar signos / sin ser sabio competente / volver a ser de repente / tan frágil como un segundo / volver a sentir profundo / como un niño frente a Dios / eso es lo que siento yo / en este instante fecundo)










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