Redes livres
... o viés acadêmico não traduz as necessidades das comunidades. A academia enxerga redes de conhecimento. Enquanto na periferia, ou na economia pirata, as redes são de mobilização. Redes c2c, microcrédito, desenvolvimento de cooperativas, SL, produção colaborativa e conversações (...) são as saídas para o processo de inclusão. O resto é paleativo assistencial.
Capão Redondo tem vida própria. A periferia tem vida própria. Nada a ver com as pradarias geladas do Canadá. A mesma revolução das conversações acontece também no c2c. A interface web potencializa o puxadinho digital... e o pessoal já entendeu isso; Temos que trabalhar no boca a boca. De baixo para cima. Assim funciona a rede.
Capão Redondo tem vida própria. A periferia tem vida própria. Nada a ver com as pradarias geladas do Canadá. A mesma revolução das conversações acontece também no c2c. A interface web potencializa o puxadinho digital... e o pessoal já entendeu isso; Temos que trabalhar no boca a boca. De baixo para cima. Assim funciona a rede.










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